09
Jul 08

 

 

Excertos da crónica Anorthographia Libertinna, de ABB, de que vos falei aqui:

 

 

Que nunca se desista de coligir exemplos impressivos (striking), que façam ir lá fora chorar alto (crying out loud), da incapacidade constitutiva da televisão (television) para a controvérsia intelectual (?!).

(...)
Mas nem Pessoa chegou tão longe (that far)! «Cada qual pode escrever na grafia que entende», dizia; «o Estado não tem direito a compelir-me […] a escrever numa ortografia que repugno», protestava. Mas ressalvava (exempt) as escolas públicas, diante do previsível (foreseeable) perigo de «desnortear crianças» (the eternal child goes South). Parece sensato (wise), o que nos deixa… na mesma (as before)?! Gaita! (Pipe!)
O mal foi terem começado a reformar (remodelling). O arbitrário tem esse aborrecido lado de baixo (downside): nenhuma razão (no reason, man, no reason) para que seja como é, por isso mesmo (by the same token) nenhuma razão para mudar. Então (hence), ou se dá por ela ao fim duns tempos largos (long time no see) e se deixa estar (let it be), ou se altera pela força e se impõe pela força (enforce), depois do que – o mesmo: nenhuma razão para mudar. (...)

 

[Podem ler tudinho na Revista LER, ou directamente aqui]

 

 

publicado por T. às 10:33

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