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Nov 08


Era no tempo das manhãs luminosas, quando ainda todas as palavras eram virgens.

Era no tempo do pecado saboroso, mea culpa, quando ainda erámos melómanos e toda a felicidade se cristalizava, ad eternum, numa canção escutada vezes sem conta.

Era no tempo dos relógios de Dalí, quando ainda persistiam as nossas pequenas memórias.

Lisboa era a cidade dos poetas e as noites pareciam não ter fim.

publicado por T. às 10:12

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