09
Jan 11

Nas últimas semanas, por circunstâncias várias que para o caso (e - who knows - para o resto) pouco interessarão, tenho tentado começar a implementar, em passo lento mas determinado, a resolução singular (em número e feitio) que a mim própria impus no início deste 2011. As razões (não as circunstâncias) são estruturais e inequívocas, e, por isso, nunca estive tão engagée.
O processo tem sido custoso, não escondo, porque alterar o equilíbrio interno entre o dito e o escrito, trabalhando para que este depure o outro depurando-se em primeira instância a si mesmo, é uma tarefa hercúlea, garanto-vos.
O silêncio de Miss Kitty, ouvinte de leituras e nestes dias muito curiosa com os novos volumes poisados na tijoleira da sala, e os generosos e encadernados empréstimos de quem ainda não sabe estar a contribuir para a minha caixa de esmolas ajudam.
Mas uma mão, aqui, não lava a outra. Nem os amigos são para as ocasiões. Isso são historietas - que, por sinal, não consigo nem quero conceber.

publicado por T. às 11:56

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