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Dez 10

Teve a fineza de me avisar, utilizando o meio menos comum - papel e tinta azul -, que não estávamos em lugar nenhum, estando em comum partout, e então, não estranhasse eu aqueles silêncios, o vaivém das notas nocturnas, as leituras em voz alta, o despojamento virtuoso.
O objecto premonitório caiu mesmo em cima da balança fora de moda, depois de o atirar com souplesse mal entrei na cozinha. O ponteiro tremelicou e eu fiquei suspensa, aguardando a avaliação. Seis solenes gramas, nem mais nem menos.
O Diabo que o carregue. Aborrece-me. Encetar negociações cheias de previsibilidades e contas certas devolve-me à náusea. Prefiro sempre a comiseração e o teatrinho. Rien ne va plus.

publicado por T. às 19:32

Haverá sempre Paris
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