A T. está retida na alfândega, apesar de.
A T. está feliz.
A T. escreve na terceira pessoa (e não há aqui nada de mimético).
Até já.
A T. está retida na alfândega, apesar de.
A T. está feliz.
A T. escreve na terceira pessoa (e não há aqui nada de mimético).
Até já.

Faz pendant com o comunicado oficial, tem margens generosas
e deveria ser editado com uma tiragem inicial de, pelo menos,
5-mil-exemplares-toma-lá-isto-e-voltamos-a-f
Nunca me diluí nas horas como nestes dias.
Ampara-me o riso, sustenta-me a serenidade.
Corre pela casa a anunciação do Outono.
Há um milagre escondido entre os pés nus e o chão que me aproxima de ti.
On s'éloigne. On s'éloigne pour rester là.

Está frio, dizem-me. Está frio e a cidade sente a tua falta, mentem-me.
Entre suspiros e num estado de graça absolutamente ímpar, acredito.
Até já.
Never stop living here
Till it eats the heart from your soul
Keeps down the sound of your
Silent sigh
[Em repeat mode]

Nem uma palavra sobre o dia de ontem.
Está tudo dito aqui.
Chapeau.

Quando se trata de casos de delay crónico, não há nada que chegue a uma boa rolha. Quando a condição se agrava, seja pelo chamado excesso-de-me-olhar-ao-espelho-eu-sou-tão-e

Já esgotei as reservas de mouchoirs.
Ainda há pouco, a caminho de casa, uma criança levantou o indicador direito,ameaçadora, e gritou: "Mãaaee, esta senhora tem gripe A!".
Nunca tive tanto espaço no autocarro.
Não. Não vou ficar de quarentena.
É a típica constipação de Outono: chata e mais démodée do que nunca.

Crise, dépression peut être... Rentrée morose comme d'habitude... Psychose du Virus H1N1... Oui, chacun aujourd'hui fait attention à ses dépenses, mais chacun a besoin de rêver, de respirer, de prendre son temps, de se créer des souvenirs..., Nous vous ouvrons le Château de La Motte, nous vous proposons notre disponibilité et notre connaissance de la région où il fait bon vivre.
Aqui. Ou melhor: ali.
Sim, sim: apresento todos os sintomas.

Estamos em modo pause, petite pause.
Até já.
[P.J.: Será uma enfermeira, caro marinheiro?]

20 dias por ano tenho um problema com pessoas em geral.
A pendência contigo é particular e não há dia que escape à coisa crónica que entretanto deixei, por deliberação própria, instalar-se.
Posto isto, ainda poderia tolerar o recebimento de missivas em bom papel. Mas, meu querido, uma pequena epístola electrónica, com o devido aplauso para a opção anexo (que, dentro da absurda escolha, é o detalhe que poderia salvar-te do reply "Remove, please"), apenas engrossa a lista de Spam.
So, why bother?

«Desenterremos os mortos se queremos cuidar dos vivos.
"É Tudo Gente Morta" é um blogue. A vaga ideia que inspira o título
é a celebração das pessoas a quem muito devemos, mais nos deslumbraram e, peganhentos, amamos ou amámos (passe a cacofonia)
Com raras e conspícuas excepções é tudo gente que já morreu.»
Isto promete, meus caros.
Ide espreitar: www.etudogentemorta.com
Estamos nesta lógica.
Qualquer coisa deste género.

Toda eu sou tinta fluorescente, suspiros e impropérios.
Shall we?
Bom dia.
[dedicado à C.
Sim, o que é genético não se pode negar. Já merecíamos uns bilhetes, não?]
Sou duplamente suspeita.
Mas isso agora não interessa nada.
Corram até à livraria mais próxima.

- Menina, menina!
- Sim?...
- Isso que leva aí não são jornais?
- São...
- Então e vai pôr os jornais no lixo?
- Quer dizer...
- Pois. Mas os jornais não são para pôr aí.
- Não?
- Não. Vá pôr os jornais no ecoponto, se faz favor.
- Tem razão.
-Pois tenho. Enquanto for eu a porteira, não há cá dessas coisas mal feitas aqui.
É como o desperdício de papel que vai haver para aí amanhã.
- Desperdício?
- Os votos, menina, os votos.